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Trazendo para a Santa Resistência o DNA do continente africano, suas raízes no recôncavo baiano e ancestralidade da mulher negra em diáspora, a engenheira eletricista Mônica Sampaio, desde 2015, produz peças que funcionam como verdadeiro outdoor da estética afro-brasileira.

A marca segue o conceito slow fashion e produz roupas atemporais, desenhadas, cortadas e costuradas com calma, com alma e com uma cadeira de produção justa e consciente. Através da intensa pesquisa de história, modelagem e matéria-prima, surgem peças de shapes fluidos, alfaiataria, estampas marcantes e cores vibrantes que se intercalam em coleções como Agbara Ti Awò (O poder da Cor), Serengeti, Mantsho (Linda Mulher Negra), cores de Zanzibar e a Coleção Elizabeth de Toro, onde fará sua estreia no line-up do SPFW.

Em 2017, foi selecionada através do edital, para o Sebrae Moda Afro e em 2018 foi uma das marcas escolhidas para participar do afrolab, programa de apoio, promoção e impulsionamento do afroempreendedorismo ofertado pelo Instituto Feira Preta.

Hoje a Santa Resistência integra junto com sete marcas racializadas o projeto Sankofa, como iniciativa da plataforma Pretos na Moda e Vamo (Vetor Afro-Indígena na Moda) de racializar o SPFW.


Estar entre as 41 marcas nesta 51º edição da principal semana de moda da América Latina está sendo um desafio enriquecedor para esta que se autodeclara uma criadora de moda e Mônica Sampaio encara como uma consagração do seu trabalho e em todo o processo de construção da coleção, contou com o apoio e mentora Angêla Brito, sua marca madrinha que possui uma história de sucesso no evento.

 

 

 

 


“Na Santa Resistência, acreditamos que nosso papel vai além de marca de moda.

A nossa intenção é ser um veículo de pertencimento e de acolhimento no vestir"